sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Fundação da SGI

Fundação da SGI


A Soka Gakkai Internacional (SGI) foi fundada em 26 de janeiro de 1975 na Ilha de Guam. O Dr. Daisaku Ikeda foi o fundador e é o atual presidente desta organização, presente em 192 países e territórios. Filiada à ONU, a SGI desenvolve atividades voltadas a paz, cultura e educação.
Guam foi escolhida por ter sido palco de violentas batalhas durante a Segunda Guerra Mundial em 1944. A respeito disso, presidente Ikeda, comentou:
“Os norte-americanos perderam aproximadamente 1.400 homens; os japoneses, vinte mil. Os habitantes da ilha tiveram de suportar terríveis sofrimentos e muitos inocentes morreram (...).
Da guerra à paz! Do ódio à amizade! Do conflito à harmonia!
Escolhemos Guam como o lugar ideal para darmos o primeiro passo em direção à mudança da história da humanidade.”
Nascimento do fundador da sgi
O presidente Ikeda nasceu no bairro de Ota, em Tóquio, em 2 de janeiro de 1928. Quando pequeno teve tuberculose, e por isso sua saúde era muito frágil.
Aos dezenove anos, participou em uma reunião sobre o budismo, a convite de dois amigos. Naquele dia, 14 de agosto de 1947, encontrou-se com Josei Toda e fez várias perguntas. O Sr. Toda respondeu prontamente a cada questão abordando conceitos da filosofia humanista do Budismo de Nichiren Daishonin. Dez dias após esse encontro, o jovem Ikeda converteu-se ao budismo e decidiu dedicar sua vida aos ideais de paz expostos pelo presidente Toda, o qual se tornou seu mestre.
Datas marcantes de janeiro
2 Nascimento do Dr. Daisaku Ikeda
8 Fundação do Ohrinkai
26 Fundação da SGI

A menina, a mulher e a bruxa

A menina, a mulher e a bruxa


Toda noite uma mulher ia para o
chalé abandonado das sete bruxas.
Certa noite Bianca seguiu-a, mas de repente
a perdeu de vista. Subitamente surgiu uma bruxa muito assustadora e a menina desmaiou.
Quando acordou estava dentro do chalé junto com aquela mulher e a bruxa. A bruxa queria transformar Bianca em uma lagarta.
— Você não vai fazer isso porque é proibido
fazer maldades com crianças! – disse a menina.
Naquele instante, a mulher também
se revoltou contra a bruxa e disse:
— Você não muda mesmo, né? Sempre transforma belas crianças em animais. Não vou vir mais aqui!
A senhora pegou Bianca pela mão, derrubou o caldeirão borbulhante e fugiu do chalé das sete bruxas para nunca mais voltar.

A luz que ilumina a cidade

A luz que ilumina a cidade


Mel estava quase chorando enquanto abraçava seu pai. Ela não queria que aquele dia acabasse, pois havia reencontrado ele e sua irmã, Cristal, depois de muito tempo. Há tempos não se sentia tão feliz.
— Não quero ir embora! — disse a menina abraçando forte seu pai, o Sr. Tadeu.
— Mas você tem de voltar pra sua casa. Tem de encontrar sua mãe e também ir à escola – disse ele enquanto pegava duas caixinhas.
E falou para as duas filhas:
– Sabem o que é isto? Dentro de cada caixa há um colar com um pingente chamado Esperança. Sua luz é alimentada por esse sentimento. Então, quanto mais esperança vocês tiverem, mais ele vai brilhar. E quanto mais ele brilhar, saberemos que estarão cada vez melhor!
Cristal e Mel estavam impressionadas. Um sorriso se desenhou no rosto das duas e todos se abraçaram.
Com o passar dos anos, as meninas se tornaram mulheres fortes e muito felizes. Dizem que cresceram com tanta esperança que as pessoas se encantam com o brilho do pingente delas, capazes de iluminar tudo ao redor.
Este conto é uma colaboração de:
Mariana Travieso Bassi — São Paulo, SP
Pai, mãe ou responsável: eenvie seu conto para o email rdez@brseikyo.com.br. Ele pode ser publicado também!

Minha época de Estudante

Minha época de Estudante


Quando eu era Herdeiro1, ouvi de um veterano que o mais importante para se conquistar um objetivo é a determinação, ou seja, acreditar que somos capazes
de alcançá-lo; e que, quando isso acontece, metade
dos objetivos já foi conquistado.
Confesso que na época não entendi aquela conta.
Eu achava que a conquista era algo visível e palpável, mas com o tempo, com as orientações dos veteranos e do presidente Ikeda, e daimoku pude compreender o significado daquelas palavras.
Certa vez fiz um trabalho de geografia sem
muito esforço e o apresentei para a professora. Ela me disse que o trabalho estava muito ruim e que eu precisava me dedicar mais. Na hora fiquei com raiva, mas depois refleti. Quando ela solicitou um novo trabalho, determinei que o faria melhor. Fiquei um fim de semana todo fazendo. E, para minha alegria, ao apresentá‑lo fui muito elogiado.
Hoje entendo que os 50% do objetivo conquistado representa a nossa forte determinação e que os outros 50% são a nossa ação. Enquanto a determinação existir os outros 50% serão consequência.
O presidente Ikeda nos alerta: “A causa da derrota não se encontra no obstáculo ou no rigor das circunstâncias, ela está no retrocesso da determinação e na desistência da própria pessoa”.2
Vamos iniciar o ano com renovada coragem e forte determinação para vencer e conquistar a vitória infalível!
Mario Hideo Yamamoto

Recordações de minha família

Recordações de minha família


Trecho da orientação do presidente Ikeda em que ele conta detalhes de sua infância
Família grande
Nossa família era grande. Eu tinha quatro irmãos mais velhos, dois mais jovens, uma irmã também jovem e dois irmãos adotivos, perfazendo o total de doze pessoas contando com nossos pais.
Meu pai era um homem conservador, tanto que era apelidado de Senhor Teimoso. Minha mãe cuidava pacientemente dele e das dez crianças. Ela tinha forte perseverança; nunca a ouvi se lamentar de nada. Mesmo quando os negócios de cultivo de algas da família estavam em risco e quando a nossa casa foi incendiada pela segunda vez durante a guerra ela não proferiu um lamento sequer. Simplesmente continuou a cuidar dos filhos e a fazer suas tarefas domésticas.
Melancia
Certo dia estávamos reunidos para comer melancia.
Cada um recebeu uma fatia que havia sido cortada de acordo com o número de crianças ali presentes. Uma delas, quando terminou de comer o seu pedaço, disse: “Mamãe, já que a senhora não gosta de melancia, comerei a sua parte”. Ela respondeu: “Acabei de aprender a gostar de melancia”, e guardou a sua fatia para as crianças que não estavam lá. É estranho como ainda hoje me lembro da sua voz e de sua expressão tão vividamente. Penso que seja porque meu jovem coração foi tocado profundamente por seu amor e sua imparcialidade. Com base nisso, fomos tratados igualmente e ensinados a jamais fazer ou dizer algo que viesse a ferir os outros.
Com tantas crianças e tantas bocas saudáveis, minha mãe prestava muita atenção ao que iria cozinhar para nós. Ela não podia gastar muito dinheiro, mas sempre se certificava se estávamos recebendo calorias suficientes. Nenhum de nós sofreu de desnutrição. Acredito que ela se esforçava o dobro por mim porque eu era fraco e doente.
Ovos do galinheiro
Naquele tempo, tínhamos apenas uma galinha e seus ovos eram distribuídos de acordo com a nossa idade, a começar pelo mais velho. Com todas aquelas crianças, não seriam poucos os dias até que o mais jovem conseguisse o seu. Ele sempre visualizava esse dia, pensando que nunca chegaria; era exatamente assim que acontecia.
Um dia, a criança cuja vez chegara foi até o galinheiro pegar seu ovo. Ali encontrou não um mas quatro ovos. Então, chegou eufórica em casa dizendo: “A galinha botou quatro ovos hoje!”. Todas as crianças bateram palmas alegremente com essa sorte inesperada. Na realidade, minha mãe havia acordado cedo, saído e comprado ovos extras e os colocado no ninho. No café da manhã, ela se sentou sem dizer uma palavra, estava nitidamente feliz ao ver a expressão de alegria no rosto de seus filhos. As recordações que guardo da minha mãe são a de uma mulher de poucas palavras que conseguia expressar sua grande afeição por nós. Seus sentimentos conosco excediam em muito os demonstrados pelas “mamães educadoras” de hoje.
Não causar problemas e não mentir
Orgulho-me profundamente dessa mulher que foi capaz de partilhar seu amor igualmente com todos os seus dez filhos. Lembro-me vividamente da forma como ela nos dizia "Não causem problemas para os outros” e “Não mintam”. Suas palavras naqueles velhos tempos ficaram gravadas em meu coração e jamais as esqueci.

Aprimorar a receita

Aprimorar a receita


Utilizando os ingredientes essenciais com atenção e muito esforço, dia após dia o Mestre aprimorou sua receita de vitórias e conquistou uma vida repleta de boa disposição.
O início deste ano tem muitos significados. Além de ser o começo de uma nova etapa, comemoramos o aniversário do presidente da SGI, Dr. Daisaku Ikeda, em 2 de janeiro.
Pitada de desafios
Nosso mestre, desde a infância, teve uma saúde frágil e enfrentou sérias dificuldades financeiras, mas sempre manteve a esperança e a busca pelo aprendizado, fazendo da situação mais adversa um impulso para o seu desenvolvimento. Mais tarde, com
19 anos, conheceu o presidente Josei Toda e iniciou a prática budista, fatos que se tornaram motivos da transformação da sua vida, de sua família e da humanidade. Ele é o próprio exemplo de como sua receita pode dar certo.
Preparamos um bolo muito delicioso e gostaríamos de oferecê-lo ao Mestre, manifestando toda a nossa gratidão e felicidade nesta ocasião em que ele celebra 87 anos de uma vida repleta de boa disposição!

Os ingredientes essenciais

Os ingredientes essenciais


Este ano marca uma nova fase, repleta de oportunidades para criarmos uma receita ainda
mais saborosa. Veja o modo de preparo:
1 Objetivos:
Em uma vasilha bem grande coloque os objetivos. Eles darão consistência à massa.
2 Ação:
Ponha dois copos de ação, isto é, todos os seus esforços para concretizar os objetivos darão sabor à receita. Faça tudo com vontade e muita alegria.
3 Daimoku:
Lembre-se de colocar daimoku. Esse ingrediente fará a massa crescer.
4 Fé:
Ponha uma porção de fé para que o bolo seja um sucesso total. Se for do seu gosto, pode adicionar mais do que pede a receita. Quanto mais convicção, melhor a consistência.
5 Estudo:
Adicione pouco a pouco boas quantidades de estudo — do budismo e das matérias da escola—, senão a massa ficará mole.
Toque final
Asse durante o tempo certo e depois coloque recheio e cobertura.
Recheio
É o segredo do bolo; é o empenho
em manter sempre a unicidade de mestre
e discípulo. Capriche, pois ele é delicioso!
Cobertura
É o que deixa o bolo muito especial.
Os Estudantes nos contam quais os ingredientes eles usaram na cobertura para
deixar a gente com água na boca.
Determinação
“Determinação é ter o espírito
de jamais desistir dos sonhos; é
muito mais que uma simples palavra, é
um estado de vida. Uma pessoa
determinada sempre será vitoriosa.”
William Braga Neves
16 anos, Nova Iguaçu, RJ
Esperança
“Esperança é quando temos problemas que parecem não ter solução mas procuramos ser otimistas e acreditar que tudo dará certo.”
Talita de Souza Cavalcante
12 anos , Catete, RJ
Esforço
“Esforço é fazer alguma coisa que se gosta ou que precisa fazer empenhando-se para o futuro. Por exemplo, o esforço de melhorar as notas e o de estudar para ter um bom emprego no futuro.”
Leandro B. Mathera
1O anos, São Paulo, SP
Alegria
“Alegria é conquistar coisas valiosas e ter uma família feliz; muitos não têm essa oportunidade. Alegria é fazer shakubuku.”
Grazielly Silva dos Santos Martins
9 anos , Carapicuíba, SP
Coragem
“Não é fácil ter coragem, mas todos precisamos ser corajosos. Ter coragem é essencial. Para isso, é necessário deixar o medo de lado.”
Vinicius Macneil Ferreira Araújo
13 anos, Boa Vista, RR
Hora de saborear!
A vitória é quando conseguimos finalizar o bolo, ter orgulho de ter superado os imprevistos e poder saboreá-lo com nossa família e amigos.