quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Acredite em você!

Acredite em você!


Quando estava no ensino fundamental, tinha muitas amizades na escola. Certa vez, um grupo de amigos disse que deveria escolher em que turma eu desejava ficar. Os integrantes desse grupo costumavam causar brigas, se achavam legais por intimidar os outros. Alguns se juntavam a eles por medo.
Eu não queria perder a amizade de ninguém, porém não achava certo ver as pessoas sofrendo sem fazer nada.
Tomei coragem e falei o que sentia. Fui ignorada e fiquei sozinha. Então, ciente de que não há oração sem resposta, recitei sincero daimoku para mudar a situação. Aos poucos, retomei muitas dessas amizades e criei novas. Aquela turma foi se desfazendo, e, o
mais incrível, não ocorreu mais nenhuma violência. Para mim, esse foi o melhor ano na escola, pois havia respeito entre a gente.
O presidente Daisaku Ikeda diz: “Não interessa como as outras pessoas são ou o que elas fazem. O importante é cada um seguir o próprio caminho, acreditar em si próprio. Se continuarem a ser autênticos, um dia os outros compreenderão sua sinceridade”.1
Não se permita ser influenciado pelas circunstâncias negativas. Você é especial do jeito que é.
No local em que nos encontramos e com a característica que temos, vamos cultivar ações positivas por meio do nosso comportamento e sincero coração. Sejamos os Sucessores Ikeda que transformam qualquer ambiente num local em que todos se sintam felizes!

Seja uma influência positiva

Seja uma influência positiva
Compartilhe o que você tem de melhor


A prática da fé nos possibilita manifestar sabedoria e coragem para sermos fortes e enfrentarmos os desafios. Por meio da nossa postura podemos transmitir a felicidade de viver nesse estado de vida.
O importante é cada um fazer a sua parte. Como é bom sermos felizes e vivermos com respeito, alegrias, vitórias, esperança e ver a felicidade de outras pessoas!
“A diversidade é também a fonte que cria a energia vital da cultura. ‘Ser diferente’ jamais deve ser fator para exclusão. É por haver diferenças que se pode aprender e inspirar mutuamente. Deve‑se reconhecer e respeitar as diferenças e seguir louvando-se um ao outro como pré‑requisito para uma cidadania planetária1 que será indispensavelmente requisitada no século 21.” 2
Dr. Daisaku Ikeda
Agora é com você!
No dia a dia, vamos praticar ações positivas, tais como:
Se divertir com os amigos
Dialogar, em vez de brigar
Conquistar novas amizades
Sorrir mais
Dizer
“Muito obrigado!”
“Por favor!”
“Com licença!”
Respeitar as pessoas

Orar para ser feliz

Orar para ser feliz


Ana Roberta passou por momentos muito difíceis. Neste relato ela conta como enfrentou o bullying na escola e transformou aquela situação em oportunidade para se fortalecer e ser feliz
Nasci em uma família budista. Aos 11 anos, devido à genética da minha família, meu corpo se desenvolveu mais do que o das demais meninas da escola. Com isso, comecei a sofrer bullying e me deram muitos apelidos maldosos. Inicialmente, esses comentários feitos eram “pelas costas”, até que no meio do ano um professor fez um comentário que eu não gostei, e depois disso virei motivo de gozação no colégio.
Nas férias pensei em como iria fazer aquilo parar. Foi então que assisti uma reportagem sobre bulimia e anorexia.1 Comecei a induzir vômitos e cheguei a fazer daimoku para ficar doente e emagrecer.
Com 13 anos estava muito magra, continuava a ser desprezada e sempre ficava sozinha nos intervalos.
Com o incentivo da minha mãe, realizava o daimoku e participava das reuniões da BSGI. Ela me dizia que dentro da organização as pessoas respeitavam umas às outras pelo que elas eram, e não pelo corpo, a cor, o cabelo; e que o nosso mestre, o presidente Daisaku Ikeda, nos ensinava que o importante é o que temos dentro, e não fora.
Durante esses quatro anos de sofrimento, o momento em que fui mais feliz e me senti bem, sem me preocupar com o que os outros estavam pensando, foi no grupo de dança Taiga. Lá existia amizade, todos falavam comigo, e demonstravam que gostavam de mim simplesmente por eu ser quem eu sou.
Hoje sou respeitada e tenho amigos que me amam de verdade.
Meu daimoku me fez ser feliz!
Ana Roberta Ferreira Leite
15 anos, Brasília, DF
"Não importa quais sejam seus problemas, ore para o Gohonzon. Desenvolvamos uma tal segurança de forma que possamos basear tudo no Gohonzon. Por favor, convença-se de que com uma oração persistente pode-se fazer com que tudo dê certo."2
Dr. Daisaku Ikeda

Todos somos budas

Todos somos budas
Aos olhos do Budismo de Nichiren Daishonin, temos algo de semelhante: podemos manifestar o estado de buda. Temos a capacidade para conquistar a verdadeira felicidade


Como se caracteriza o estado de buda?
No estado de buda os sofrimentos se tornam oportunidades para o desenvolvimento. Ele é inerente a todos e manifesta-se por meio de ações sinceras pelo bem dos que estão ao redor.
Como evidenciar essa condição?
Com a recitação do Nam-myoho-renge-kyo é possível manifestar o estado de buda. Essa oração possibilita sermos melhores do que éramos e influenciarmos positivamente o ambiente. Mesmo que não se compreenda totalmente seu significado, ela age na vida das pessoas. É como o leite, os bebês também se alimentam dele mesmo sem saber de seus nutrientes.
Valorize-se. Não se compare com outros de forma a menosprezar o que tem de mais precioso — a vida. Acredite no seu potencial, busque o aprimoramento, fortaleça sua convicção e seja feliz. A prática da fé e os direcionamentos do Mestre o conduzirão ao caminho correto, sempre!
Confiança e determinação
Fernanda Sassuí, 10 anos, leitora de São Paulo, nos contou que aprendeu muitas lições com o filme Herbie, Meu Fusca Turbinado. Ele era um carro bem antigo que disputaria uma corrida. Todos acreditavam que perderia, mas, por acreditar em seu potencial e com o apoio dos profissionais da equipe, conquistou a grande vitória. Fernanda aprendeu que não podemos nos desenvolver sozinhos, precisamos do apoio de muitas pessoas, assim como ela está se tornando uma jovem de grande valor por ter o presidente Ikeda como mestre. Disse também que aprendeu a não julgar ninguém pela aparência, pois somos mais fortes do que parecemos.
já viu?
A Fernanda assistiu e indicou este filme. Chame seus amigos e divirtam-se com ele!
Herbie, meu fusca turbinado
Faixa etária indicativa: livre

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

28 de abril - Estabelecimento do Budismo de Nichiren Daishonin

28 de abril - Estabelecimento do Budismo de Nichiren Daishonin


O mês de abril é marcado por vários acontecimentos importantes tanto na história do nosso país como na história do Budismo de Nichiren Daishonin.
No dia 28 de abril de 1253, no templo Seityoji, Nichiren Daishonin revelou e recitou pela primeira vez o Nam-myoho-renge-kyo, a essência da vida, possibilitando que todas as pessoas pudessem ser verdadeiramente felizes evidenciando o potencial inerente a cada pessoa. Foi também nessa ocasião que ele adotou o nome Nichiren Daishonin.
O início de uma grande onda
Por meio dessa prática, despertamos para a missão de conduzir as pessoas a conquistar a própria felicidade, iniciando assim uma grande onda de coragem e esperança que se espalha para toda a humanidade, conforme consta no escrito O Verdadeiro Aspecto de Todos os Fenômenos: "No início, somente Nichiren recitou o Nam‑myoho‑renge-kyo, mas depois, duas, três, cem pessoas o seguiram, recitando e ensinando aos outros. Assim também será a propagação no futuro."1
Datas marcantes do mês de abril
2 - Falecimento de Josei Toda,
segundo presidente da Soka Gakkai (1958)
20 - Fundação da Divisão dos Estudantes da BSGI (1991)
21 - Fundação do Grupo Brasil Ikeda Myo-on Kai (1999)
28 - Estabelecimento do Budismo de Nichiren Daishonin (1253) / Inauguração do Centro Cultural Dr. Daisaku Ikeda da BSGI (2007)

O homem rico e seu filho pobre

O homem rico e seu filho pobre


Há muitos anos, um menino fugiu da casa de seu pai, que era um homem bem rico. Durante quase cinquenta anos, ele andou de um lado para outro, em situação de extrema pobreza, realizando trabalhos serviçais. Um dia, em meio a suas andanças, ele foi parar na mansão de seu pai.
O homem rico ficou muito feliz ao ver o filho novamente, pois seu desejo era dar a ele toda a riqueza como herança. Porém, assustado com o esplendor da mansão, o filho logo fugiu. O pai então enviou mensageiros para buscá-lo, e o filho, temendo a prisão, desmaia de medo.
Sabendo disso, o homem rico pede aos mensageiros que o soltem, e envia dois de seus servos vestidos com roupas sujas para oferecerem a ele o trabalho de recolher excrementos. O filho aceita o emprego.
Tempos depois, o homem rico também se disfarça com roupas sujas para se aproximar do filho.
Por vinte anos o filho se dedicou a limpar excrementos e assim gradativamente ele se desenvolveu. O pai então o promove a administrador de sua propriedade e, passo a passo, ele começa a aprender todas as suas funções.
Quando o pai sente que a morte está próxima, declara ao rei, aos ministros e a seus parentes que seu empregado é, na realidade, seu filho verdadeiro.
E transfere a ele todas as suas posses.
Conclusão
A parábola O homem rico e seu filho pobre é uma das sete parábolas principais do Sutra do Lótus.
O homem rico representa o buda Shakyamuni. O filho pobre simboliza as pessoas que não encontraram o budismo.
O buda Shakyamuni percebe a capacidade das pessoas, as conduz gradativamente à iluminação, assim como o homem rico oferece ao filho o humilde trabalho para depois o delegar a tarefa de administrar a propriedade.

Nam-myoho-renge-kyo

Nam-myoho-renge-kyo


Significado
William: O Nam‑myoho‑renge‑kyo é a Lei fundamental inerente a todas as formas de vida e tudo o que nos cerca. A recitação contínua do Nam‑myoho‑renge‑kyo é chamada de daimoku.
Aline: Nam‑myoho‑renge‑kyo pode ser traduzido como “devotar-se à Lei Mística da causa e efeito”. Nam significa “devotar”; myoho significa “Lei Mística”; renge representa “causa e efeito” e kyo significa “ação” . Essa lei é representada pela flor de lótus que produz a semente (causa) e a flor (efeito) simultaneamente.
Por que orar?
Rafael: Nichiren Daishonin atingiu a iluminação e revelou a fórmula para conquistarmos a mesma condição de vida por meio da recitação do Nam‑myoho‑renge‑kyo. Quando oramos, podemos atingir um estado de felicidade em que as dificuldades se tornam um trampolim para a transformação de si e do ambiente. É o momento para renovarmos nossa disposição de concretizar o kosen‑rufu.
Aline: Além do daimoku, também recitamos o gongyo, que é a leitura do Sutra do Lótus. Todas as manhãs oramos para elevar o estado de vida e ter um dia vitorioso. Dessa forma, também influenciamos positivamente tudo ao redor. Oramos à noite em gratidão ao dia vivido. As orações representam a cerimônia na qual nossa vida entra em harmonia com o universo inteiro.
Tempo de daimoku
William: O daimoku age positivamente na nossa vida. Então, quando temos sonhos grandiosos precisamos nos dedicar mais para conquistá-los. Se temos desafios que nos causam sofrimentos, fazemos muito daimoku para transformar a situação. Ou seja, quando temos sonhos e desafios grandiosos, nosso daimoku precisa ser proporcional. Não há uma regra sobre quanto tempo de daimoku precisamos fazer. O mais importante é ter o espírito de desafiar o próprio limite.
Rafael: É como o presidente Ikeda diz na seguinte orientação: “Basicamente, a prática do gongyo e do daimoku depende da sua própria vontade. Essa prática não é uma obrigação, é um direito. (...) quanto mais se esforçarem na fé — realizando o gongyo e o daimoku —, maiores serão seus benefícios”.1
Minha experiência
William: Quando tinha 14 anos mudei para uma escola particular porque era melhor. Mas minha família não podia arcar com os custos. Decidi que entraria numa ótima escola pública. Para isso, eu me inscrevi no concurso de duas escolas federais. Recitei uma hora de daimoku todos os dias, o que para mim era um desafio, e consegui estudar diariamente por duas horas. Ao mesmo tempo, eu me dediquei muito às atividades da BSGI e recitei ainda mais daimoku. Com esses esforços fui aprovado nas duas provas.
Até conseguir!
Aline: Jamais deixe de recitar o Nam‑myoho‑renge‑kyo, pois é assim que se consegue evidenciar o máximo potencial, alegria, sabedoria e benevolência. E contribuimos para um mundo melhor.
Rafael: Ao orarmos com persistência, desafiando a preguiça, o cansaço e o sono, estamos fazendo a causa para ter ilimitada disposição. Quando oramos, encontramos resposta para tudo, adquirimos força e coragem para encarar os desafios e conquistar nossos sonhos.
William: Realizar gongyo e daimoku todos os dias faz com que cada um tenha energia vital para lutar pelos sonhos e ter força para não desanimar nem desistir deles. Tudo isso nos proporciona uma vida cheia de avanço e felicidade!